terça-feira, 5 de maio de 2015

Visita a Linha Separação

     Ontem 04 de Maio de 2015, alguns membros de nossa entidade fizeram uma visita e vistoria em linha Separação, e numa breve caminhada a beira de plantaçoes existenes naquele local foram recolhidos dois projeteis de fuzis, deflagrados no combate de 25 de Março de 1925, é incrivel hoje passados mais de 90 anos isso estar abandonado e esse lugar um museu a céu aberto nao ser um centro de pesquisas ou algo assim. Fica mais uma vez registrada nossa indignação pois fazemos o que podemos e é uma vergonha a falta de apoio das autoridades com a historia do Brasil.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Ezidro Nardes recebe certificado do congresso nacional.

     
     Entregamos no dia 25 de Março a Ezido Nardes o certificado do congresso nacional em que o mesmo é homenagedo pelos relevantes serviços prestados ao Brasil. 



      Vive aos 104 anos no município de Dionísio Cerqueira, Ezidro Nardes, o único combatente ainda vivo da Coluna Prestes; Renan Calheiros assinou certificado em sessão que comemorava os 90 anos do início da revolução, em 20 de maio de 2014 nos entregou para repassar a ele; esperamos essa data para entregar a homenagem para que coincidisse exatamente a data dos 90 anos do combate de Separação que o mesmo participou;

     


terça-feira, 24 de março de 2015

No entardecer de hoje Combate de Separação completa 90 anos.


“A lenda que remanesce do combate de Separação é (maior) que o minúsculo campo santo. A imaginação popular, dia após dia, fara de Separação algo fabuloso com rios de sangue e mortos as centenas, enquanto apenas um cruzeiro tosco, ali, perpetuara o deslembrado e equivocado combate de Separação.” Assim a muitos anos descreveu Separação como que adivinhando seu futuro o escritos Jorge Baleiro de Lacerda.



     Hoje 24 de março de 2015 é uma data histórica para o município de Dionisio Cerqueira-SC, a exatos 90 anos atrás a Coluna Prestes passava pela região, e deixava marcas no município cerqueirense; O velho cruzeiro cumpriu sua missão e elevou o nome do município, ninguém conhecia Dionísio Cerqueira antes daquele combate mas depois escritores Brasil afora comentavam sobre o sangrento combate daquele 24 para 25 de março do longínquo 1925.

     Muitos escritores e pessoas ligadas a imprensa que muito falam, sequer sabem que data é hoje, fica aqui uma dica para que essas pessoas estudem o que falam, pois um erro tão grande quando abandonar um ponto histórico como falaram, é ter a caneta para escrever e nada fazer, deixar simplesmente passar em vão uma data como essa.

     Nossa entidade prepara com recursos próprios para daqui a alguns dias uma exposição, que ficara em uma escola estadual relembrando os 90 anos da Coluna Prestes.



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

90 anos se aproxima e mais uma manutenção é feita.

   

   Muitas foram as vezes que limpamos, consertamos algo e fizemos manutenções em Linha Separação.

   Principalmente falando do velho cruzeiro símbolo da cultura e da história local que em 24 de março proximo completa 90 anos;  

     Hoje 07 de fevereiro de 2015 foi mais uma data em que acompanhado por membros de nossa entidade com custos materiais tirados do meu próprio bolso e do amigo e tradicionalista Telmo Ferreira novamente fizemos o trabalho.

     Temos a intenção de entrar em contato com lideranças políticas para tentarmos ainda neste ano fazer algo definitivo para assegurar finalmente a proteção daquele local.

     Nem quero me estender no assunto de pessoas que criticaram nossa entidade por ter atrasado essa manutenção, esse tipo de pessoa que não ajuda em nada, se ao invés de gastar uma hora para escrever críticas tivessse usado metade deste tempo para nos ajudar hoje, eu queria era dar os parabéns pra esse vivente.

     De mais a vida da nossa entidade caminha. E agradecemos as pessoas que de uma forma ou de outra ajudam e entendem o quão difícil é lutar essa causa.




Cleiton Weizenmann

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Congresso Nacional (homenageia) 90 anos da Coluna Miguel Costa/Prestes e...




Carta Aberta

Ao Congresso Nacional
A quem interessar possa

     Estive em Brasília para a homenagem do Congresso Nacional aos 90 anos da Coluna Prestes, na  ocasião representando a Associação Cultural Nacional de Dionísio Cerqueira e o Sr. Ezidro Pires Nardes que seria homenageado no evento.

     Quero manifestar aqui a indignação da forma em que a sessão foi encerada no momento em que o senador Inácio Arruda discursava. Causando uma tremenda confusão a qual filmei parcialmente o lamentável ocorrido que pode ser visto no vídeo acima.

     É de se lamentar que um ato como este acontece no Congresso e só vem reforçar o baixo respeito que esta casa tem com a população, convidados do Brasil inteiro e homenageados que lá estiveram.

     Seu Ezidro Nardes hoje prestes a completar 104 anos teve a felicidade de não comparecer neste evento onde seria homenageado. Hoje ele é o único combatente vivo daquela revolução; seu Ezidro como é chamado nasceu em Lagoa Vermelha RS no ano de 1910, em 1924 aos 13 anos juntou-se a Coluna Prestes a fim de lutar por um Brasil mais justo, numa vida marcada por lutas seu Ezidro anos mais tarde lutou na revolução de 1932, foi convocado e serviu o exército na segunda guerra, em 57 enfrentou no Paraná a revolta dos posseiros e no golpe de 64 foi perseguido juntando-se ao grupo dos 11 exilou-se na Argentina por vários anos.



     Felicidade sua não estar presente ao evento que o homenageava e ver a palhaçada que lá acontecia, queria deixar aqui nosso agradecimento a deputada Luciana Santos e ao senador Inácio Arruda Pela indicação, deixando também registrado nossa indignação pelo ocorrido.
Cleiton Weizenmanm

quinta-feira, 18 de julho de 2013

O terrritório Federal do Iguaçu




Imagem do mês

     Esse documento retrata uma realidade até hoje pouco estudada; pelo menos em nossa região; tratasse da criação do território do Iguaçu pelo então presidente Getulio Vargas, conseguimos com um morador local que não quer se identificar a copia de uma certidão de nascimento de uma mulher nascida em Separação e registrada no Distrito de Alipio Gama na época território do extinto Iguaçu.



Vejamos a historia deste território:

     O Território do Iguaçu  foi um território federal brasileiro criado pelo Decreto-Lei lei n.º 5.812, de 13 de setembro de 1943, durante o governo de Getúlio Vargas, e extinto em 18 de setembro de 1946, pela Constituição de 1946. Durante seus três anos de existência, o território teve dois governadores militares: João Garcez do Nascimento e Frederico Trotta. O traçado da fronteira do território também foi alterado ao menos uma vez durante sua existência: em 1944, para incorporar a região da capital, Iguaçu (atual Laranjeiras do Sul), ao território.
     Nesse período a decisão do Presidente Getúlio Vargas de criar novos territórios federais estava relacionada principalmente com a soberania nacional sobre as regiões de fronteira. A idéia era permitir ao governo federal ocupar mais diretamente regiões fronteiriças de baixa densidade demográfica, com pequena rede urbana e reduzida presença do poder público. Na região em que foram criados os estados de Iguaçu e Ponta Porã, comissões do governo haviam notado a presença de grandes contingentes de indígenas e registrou a presença de grupos de paraguaios e argentinos vivendo ali, que não falavam português e que utilizavam as moedas de seus países de origem como moeda corrente. Este fato já havia aumentado a preocupação do governo em relação à garantia da soberania sobre estas regiões. Apesar da determinação da Constituição de 1937 da criação de uma faixa próximo à fronteira com controle direto do governo federal, a organização do Território de Iguaçu enquanto tal, só ocorreu em 1943.
Historia
Com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial o governo decidiu desmembrar seis territórios em regiões estratégicas da fronteira do país para administrá-los diretamente como Territórios Federais: Amapá, Rio Branco, Guaporé, Ponta Porã, Iguaçu e o arquipélago de Fernando de Noronha.
A administração federal tardou em estruturar uma nova capital para o território, diante da polêmica sobre onde esta deveria ser instalada. O então vilarejo de Laranjeiras (ex Vila Xagu), passou a se chamar Iguaçu, tornando-se a nova capital. O governado do novo território só se instalou na capital em 1946, governando no local por apenas 6 meses.
O Decreto-Lei n.º 6.550, de 31 de maio de 1944, estabelecia que o território era dividido em cinco municípios: Foz do Iguaçu, Clevelândia, Iguaçu, Mangueirinha e Chapecó. Nesta época, a capital do Território do Iguaçu era a cidade de Iguaçu, atual Laranjeiras do Sul.
Com a redemocratização em 1946, os estados de Santa Catarina e Paraná, que durante 2 anos lutaram para reincorporar o território, conseguiram sua re-anexação. A extinção do Território do Iguaçu deu-se em através do ato das disposições transitórias da Constituição Brasileira de 1946, em decorrência de articulações de políticos paranaenses com capacidade de influência na Assembléia Nacional Constituinte. Assim, a área do antigo território do Iguaçu retornou aos estados de Paraná e Santa Catarina.
Estado do Iguaçu
Logo após a extinção do Território Federal do Iguaçu, em 1946, surgiu um movimento favorável a recriação do território, desta vez como estado. Isto ocorreu em especial nas cidades onde haviam sido iniciadas obras financiadas pelo governo federal, como escolas e estradas, pois estas obras foram paralisadas quando da extinção do território.2 Entretanto, a reação imediata se diluiu e o movimento só seria retomado nos anos 1960, após a intensificação da migração de populações vindas de outras regiões do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, no fim do processo conhecido como "Marcha para o Oeste" (dos anos 1940 aos 1950).
Na década de 1960, a luta pela volta do Território do Iguaçu, desta vez como estado, foi retomada, tendo entre outros defensores o advogado gaúcho Edi Siliprandi. O advogado e empresário conseguiu muitos adeptos desta causa na cidade de Cascavel, onde propunha, fosse instalada a capital quando da criação do novo estado. Apesar da resistência inicial à idéia, esta tornou-se amplamente difundida e Siliprandi foi eleito Deputado Federal defendendo a criação do estado de Iguaçu. Em 1991 e 1994 o Deputado apresentou propostas à Câmara dos Deputados defendendo um Plebiscito pela criação do estado de Iguaçu, que não passou na Comissão de Constituição e Justiça e a proposta foi arquivada no dia 31 de março de 1993.
A cidade de Cascavel acabou se tornando o principal centro difusor da idéia da criação do estado de Iguaçu, liderando o chamado Movimento Pró-Criação do “Estado do Iguaçu”.
Fonte: WIKIPÉDIA

Para melhor visualização clique na imagem para expandir. 



     Obs. Como todos devem ter percebido tem sido poucas as postagens ultimamente no blog, o que se deve em razão da entidade estar montando um site que será um grande vinculo da historia regional e estará em funcionamento em breve, ate la o blog ficara quase que inativo. 


ARCN

terça-feira, 11 de junho de 2013

Festa nas cidades gemeas.

                            Esta foto retrata uma festa paroquial nos anos 60, os fronteiriços em                           frente a paróquia de Barracão posando para a foto.


terça-feira, 30 de abril de 2013

Chegada de Nossa Senhora Aparecida.



Imagem Histórica.

A foto retrata a sociedade da fronteira, carregando a recém chegada imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira da matriz de Barracão.

                       
                                          Fonte: AI-ARCN

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Decada de 50 e a criação de porcos.

     Esta foto é da decada de 50 e retrata caboclos da comunidade de Sede de todos os Santos de Dionísio Cerqueira tirando uma foto com um porco, animal grande base da economia da época.

                            
Fonte: AI - ARCN

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Acervo histórico esta exposto no FAF.


Associação Nacional mais uma vez cumpre seu papel com a sociedade e faz importante trabalho de resgate histórico.

     Um acervo sobre a Revolução Brasileira de 1924 que em nossa região é conhecida por Coluna Prestes foi montado por nossa entidade. Este acervo que reúne uma centena de peças de incalculável valor histórico esta exposto na FAF – Faculdade da Fronteira; Foram três anos de pesquisas para juntar as peças deste acervo que ficara por um período de 120 dias na FAF e depois seguira um roteiro para outras escolas da região.
     Outro fato importante deste acervo é que uma justa homenagem se fez ao expedicionário de nossa fronteira na 2° guerra mundial, Silvio Rodrigues de Andrade é homenageado com o nome do acervo, tornando se patrono deste importante material, confira abaixo a trajetória deste herói cerqueirense e as fotos do evento, que contou com membros da entidade professores e alunos da FAF alem de familiares de Silvio de Andrade.
    
ACERVO HISTÓRICO CATARINENSE
DA REVOLUÇÃO BRASILEIRA DE 1924
   PRACINHA SILVIO RODRIGUES DE ANDRADE  
(in memorian).

Silvio Rodrigues de Andrade é, sem duvida, um herói. É também um dos maiores cerqueirenses que já existiu. Silvio nasceu em 1907, serviu ao exercito no 5° Batalhão de Engenharia em Curitiba-PR, em 1942, mudou-se para o Rio de Janeiro a fim de praticar treinamentos militares. Segundo informações que obtivemos junto ao Ministério do Exercito, Silvio era Soldado e o número do seu registro era: ID 5G/25535. Ele embarcou junto ao DB/FEB, em 23/11/44, em uma viagem de navio, que durou 16 dias. Na Itália, combateu nas cidades de Pistóia, Castelnuevo, Parma, Vale do Pó, Montese, Monte Piano, e participou da famosa tomada de Monte Castelo. Nestes campos o Soldado Silvio lutou ao lado de Cordeiro de Farias (o mesmo que combateu aqui em Dionísio Cerqueira no celebre combate de Maria Preta). Vencida a guerra, o Soldado Silvio retornou ao Brasil com a DB/FEB, em 03/10/1945 (Dados de familiares dão conta que Silvio não retornou nesta data com a FEB, machucado ficou na Itália por quase quatro anos e quando todos achavam que estava morto, mandou um cartão postal a pouco depois retornou ao Brasil). Por ter lutado na guerra, recebeu a medalha de Campanha, que foi conferida a todos os expedicionários. Por ter sido ferido em combate (estilhaços de uma granada explodiram próximos de sua cabeça), recebeu a medalha Sangue do Brasil. A medalha de Campanha e seu diploma, juntamente com o retrato e a nota de uma lira, que Silvio trouxe da Itália, estão aqui expostos. Esta exposição da Revolução de 1924 leva o nome do nobre combatente. Silvio viveu o resto de sua vida ao lado da esposa Elza, em Dionísio Cerqueira. Ele faleceu em 2002.  Até hoje ironicamente e vergonhosamente nem uma rua ou praça estampa o nome do soldado Silvio Rodrigues de Andrade. Nosso herói morreu no anonimato, sem receber as honras militares que lhe cabia. Nossa entidade lhe presta justa homenagem, pois o torna patrono deste importante acervo histórico. Conferimos assim, a merecida honra a um cerqueirense, que não pensou em si quando partiu para a guerra, pensou em todos daquela época e nas gerações futuras, pois ele serviu ao seu país na luta pela democracia e cumpriu sua missão honrosamente. 

     Nas fotos do cerimonial abaixo podemos conferir objetos expostos no acervo que remetem aos combates do inicio da revolução em São Paulo, de Maria Preta e Separação em Dionisio Cerqueira, bem como objetos do combate da Ponte ocorrido em Campo Erê, alem de objeto utilizado na Expedição Sagarana (cantil de porcelana), que percorreu todo a marcha da revolução.








  Elza a direita chora ao ver a foto do marido ser descerada na exposição.



















Por: AI/Nacional